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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Teatro Dengue - Dramatização

RECUPERAÇÃO DO TEATRO DE PREVENÇÃO E COMBATE AO MOSQUITO DA DENGUE ESCRITO EM 2006, PARA O PROJETO DA ESCOLA.

NARRADOR:

— Todos sabem que a dengue tem assolado o nosso país e principalmente o Rio de Janeiro, onde as conseqüências têm sido muito graves.

— Essa doença não causa só uma dorzinha de cabeça, febre, vômito, dor no corpo não! Agora o caso é muito mais sério!

— É a dengue na sua forma mais perversa.

— É a dengue hemorrágica!!!

— Muito pior do que as outras, Esta mata mesmo!

— Sendo assim, devemos redobrar os nossos cuidados com o ambiente em que vivemos.

— Por nós e pelo nosso próximo. Procurando evitar tudo o que favorece à formação de focos, criadouros do mosquito aedys egiptys.

— Pensando nisso, nossos entrevistadores foram às ruas fazer uma sondagem, para descobrir como anda a nossa responsabilidade, em relação a campanha contra a dengue, lançada pelo nosso Município e por nossa escola.

— Será que nossa comunidade tem fiscalizado sua casa, seu quintal?

— Será que ela tem se preocupado com seus familiares e consigo mesma, pondo em prática as medidas de prevenção tão faladas na televisão, no rádio jornais e nas escolas?

— Vamos ver o que os nossos entrevistadores vão encontrar em sua caminhada.

— Com um senhor bem informado.

— Com uma moça descompromissada.

— Uma senhora humilde com muitos filhos.

— Um garotão desiludido da vida.

— Vocês viram? Ainda tem gente que nem liga para a doença chamada Dengue!

— Assim, meus amigos, só unidos poderemos lutar e vencer esta doença causada por esses mosquitos malvados, que estão tirando do sério a população brasileira e deixando em pânico a nossa sociedade.

Senhoras e senhores!

A turma do 4º A da professora Nívia. Apresentou o teatrinho:

“Informar e prevenir é a melhor forma de se combater e evitar o mosquito transmissor da Dengue”. Obrigada.

1ª Entrevista

— O senhor conhece a doença causada pelo mosquito Aedes Egypti?

— Ele causa muito mal a saúde, se escondem em água parada, nos copos descartáveis, no meio do lixo, garrafas, pneus, poças d’água.

— O que o senhor tem feito para combatê-los?

Resposta Cantada:

— Eu vou acabar com esses mosquitinhos, no meu quintal eles não vão ficar.

— Eu vou deixar tudo muito bem limpinho,

— Água parada aqui nem pensar.

2ª Entrevista

— Ei você já teve a doença causada pelo mosquito Aedes Egypti?

Resposta:

— La vem você de novo?

Resposta Cantada:

— To nem ai, to nem ai, não vem falar destes mosquitos que eu não quero te ouvir.

3ª Entrevista

— Senhora, o que tem feito para proteger a sua família contra o mosquito da Dengue?

— Ele causa dores no corpo, inchaços, vômitos e pode até matar.

Resposta:

— Ai meu Deus!!!

Resposta Cantada:

— Eu vou matar, Eu vou matar, Eu vou matar esse mosquitinho,

— Eu vou matar, Eu vou matar, Eu vou matar, não quero ele atravessando o meu Caminho

4ª Entrevista:

— Moça você já ouviu falar nas campanhas feitas pelo governo no combate aos mosquitos Aedes Egypti?

Resposta:

— Sim, e sabe o que eu penso?

Resposta Cantada:

— Olha essa campanha é.

— A mesma que outras que eu já vi em dia.

— Todas passam e o mosquito ficará.

— Picando, aqui, ali e lá.

— Com Dengue a gente ficará.

Grito dos mosquitos:

— Mosquitos unidos, jamais serão vencidos.

Os entrevistados dão às mãos, e convocam a comunidade a participar de mais essa campanha no combate ao mosquito Aedes Egypti

Cantado:

Vem vamos unidos, o mosquito combater,

A Dengue é perigosa, para mim e pra você

Esta Luta é nossa, está na hora de vencer

Na guerra contra a Dengue,

Só o mosquito vai morrer.

Montagem da Peça

4 Agentes;

4 Mosquitos;

4 Garotos;

4 Entrevistados;

1 Narrador.

Escrito e Organizado por Maria Miranda de Souza.

Sala de Leitura - 2008

DRAMATIZAÇÃO JESUS E OS DEZ LEPROSOS

DRAMATIZAÇÃO JESUS E OS DEZ LEPROSOS

CENÁRIO:

Uma criança representando Jesus e várias em volta ouvindo-o falar.

1ª fala: Jesus e as bem-aventuranças

— Abençoado aquele que agradece ao Pai a sua vida, seu trabalho, suas dores suas alegrias e os seus dias na terra.

— Abençoado o que vigia e ora para não cair na tentação das mentiras falsidades e facilidades desse mundo.

— Abençoado aquele que faz a caridade da partilha, mesmo tendo pouco, e não discrimina o mais humilde ou diferente;

— Abençoado é o que respeita seu trabalho, seus colegas, seus amigos, seus professores. Meu Pai pedirá contas de suas ações no final;

2ª fala: Os dez leprosos

— Vejam é Jesus! O Mestre! Vamos implorar-lhe a nossa cura!

2ª fala de Jesus:

— O que queres que eu lhes faça?

Respostas:

— Mestre! Jesus cura-nos dos nossos males! (todos falam ao mesmo tempo).

3ª fala de Jesus:

— Vão em paz apresentem-se ao sacerdote para que sejam purificados!

Narração:

Os homens seguiram e viram que no caminho, seus corpos tinham ficado curados daquela terrível doença. Ficaram felizes e esqueceram rapidamente dos dias de tristeza e dor que aquela doença os causou.

Apenas um não esqueceu a benção recebida e voltou para agradecer.

Jesus ao vê-lo perguntou?

— Não foram dez os homens que enviei aos sacerdotes?

— Onde estão os outros nove?

— Só tu voltaste?

Resposta:

— Os outros nove, foram para suas casa, seus familiares e amigos.

— Ficaram tão felizes que esqueceram de agradecer.

— Mestre, eu voltei para agradecer-te e segui-lo, aonde quer que vás. Obrigado Mestre! Muito obrigado!

Jesus fala:

— Vá em paz, tua fé te salvou!

Aquele homem seguiu Jesus por toda parte, louvando e dando graças pela benção recebida.

Assim, meus amigos deveriam agir todos nós. Como aquele único homem que reconheceu o milagre alcançado e não se esqueceu de agradecer. Agradecer a Deus o milagre da vida, do pão nosso de cada dia, da benção de termos amigos, colegas, escola, família. A graça de sabermos que Deus existe, nos ama e esta sempre no meio de nós.

Autoria: Maria Miranda e Souza

Sala de Leitura 2008

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

VIVA A DIFERENÇA, Dramatização

VIVA A DIFERENÇA

Tão bela é a vida,

Que nem preciso correr para viver.

Preciso apenas sentir a vida,

Correr dentro de mim.

A vida é como o sangue,

Que corre nas veias.

Sempre vermelho,

Não importa a cor da pele que se tenha.

Se chove,

Se faz sol.

As gotas de chuva e os raios de Sol,

Se misturam e enriquecem a terra.

Sem se importar

A quem vai beneficiar

Personagem 1

Imaginem como seria o mundo se fossemos todos iguais.

Personagem 2

Que chatice, tudo verde, vermelho ou amarelo!

Personagem 3

Seria uma monotonia, não teria graça nenhuma

Personagem 1

Ainda bem que não é assim.

Personagem 2

Podemos fazer novos amigos, misturar cores, raças e credos.

Personagem 3

É... podemos criar uma nova esperança de fraternidade entre os povos.

Personagem 2

Podemos viver as diferenças com igualdade.

Personagem 1

Podemos quebrar rotinas.

Personagem 2

Ultrapassar limites.

Personagem 3

Abrir novos caminhos.

Dão-se as mãos e falam:

Por que é vivendo as diferenças que se faz a diferença.

DRAMATIZAÇÃO A BELA E A FERA E POESIA

POESIA

(Cecília Meireles)

O AMOR

É parecido,

Com um...

Campo florido.

Tem sabor de pudim,

De caramelo com casquinha,

De açúcar queimado e cobertura de marshmallow.

Pode ser também,

Quando alguém cuida de neném.

Ou, talvez, quando contam uma bonita história, mais de uma vez.

Tem cheiro de sabonete,

Tem gosto de sorvete.

É como um brinquedo.

É como um segredo.

Tem que ser grande;

Maior que o mar.

Tem que ser lindo,

De fazer chorar.

História

A BELA E A FERA

Personagens:

Um garoto – o Príncipe e monstro;

Uma bruxa;

Um mordomo;

Um caçador;

Comerciante;

Um castelo;

Uma moça - A Bela;

DESENVOLVIMENTO

Uma senhora bate à porta de um castelo, pedindo ajuda.

O dono do castelo, nega esta ajuda e a senhora que era uma bruxa disfarçada, o transforma em um monstro até que uma moça bonita e bondosa se apaixone por ele e o liberte da maldição.

1ª Personagem: A senhora;

Ó de casa! Ó de casa! (bate palmas) Insiste.

Por favor, me ajudem! Está muito frio, tenho fome! (Pausa)

– Homem sem coração! Não foste bondoso nem tiveste piedade. Por isso, serás monstro, até que alguém bondoso te ame de verdade e tenha piedade de ti! (Lança a maldição e desaparece).

2ª Personagem: O Príncipe.

Abre aporta e diz:

O que deseja! Não vê que aqui não é abrigo de mendigo! Dê o fora! Saia já daqui!

Transformado em monstro o príncipe se lamenta:

- Não, por favor! Volte aqui! Não posso ficar deste jeito! Corre para dentro do castelo e se esconde.

3ª Personagem – Um comerciante.

– Como estou cansado! Que saudade da minha filha querida.
– Preciso encontrar um lugar para descansar por esta noite, é perigoso andar com tanta mercadoria num lugar tão deserto.
(Para e finge procurar abrigo).

– Não há pousada alguma, só aquele castelo que parece abandonado! Vou até lá, quem sabe posso descansar até o amanhecer.

(Vai, olha, não vê ninguém. Chama, ninguém responde. Vê uma mesa posta com comida e bebida

Como está com muita fome, come, bebe e depois adormece. Amanhece. Ele acorda se levanta e diz: Como é tarde, preciso ir embora. Vê um jardim cheio de rosas, lembra da filha e diz:

– Que belas rosas! Vou levar uma para minha querida filha Bela. (Colhe uma flor, na mesma hora aparece o monstro que diz):

Fala do Monstro:

– O que fazes no meu jardim? Com que direito colhes as minhas rosas? (diálogo entre o monstro e o comerciante).

Fala do comerciante:

– Desculpe-me senhor! Não foi por mal, eu chamei, não vi ninguém, dormir aqui, já ia embora, mas estas rosas são tão lindas que quis levar uma para minha filha Bela. Desculpe-me, por favor!

Fala do Monstro:

– Não há desculpas, para quem invade minha propriedade e rouba as minhas rosas!

– Por causa disso, serás meu escravo e nunca mais sairá do castelo!

Fala do Comerciante:

– Não, por favor! Eu tenho que voltar para casa, minha filha me espera há muito tempo! Está preocupada com a minha demora, por favor, deixe-me ir!

Fala Monstro:

– Nada disso, você agora é meu escravo.

Fala do comerciante:

– Por favor, senhor! Deixe-me pelo menos ir até minha casa, acalmar a aflição da minha filha que me espera. Eu prometo voltar, dou-lhe minha palavra.

Fala do monstro:

– está bem, vá, mais saiba que, se não voltar em dois dias, mando buscá-lo e então morrerás!

Comerciante sai, chega em casa, sua filha aflita pergunta:

Fala da Bela:
– Papai por que demorou tanto?

– O que aconteceu?

Fala do Comerciante:

– Abraça a filha e diz, uma desgraça minha filha, cansado da viagem resolvi descansar e ao amanhecer antes de seguir viagem vi esta linda rosa e a colhi para você, só que o dono viu e não me perdôo, agora sou seu escravo para sempre, se não voltar dentro de dois dias ele mandará me buscar e me matará. Nunca mais poderei vê-la novamente. (choram)

Bela fala:

- Não papai, eu não permitirei que o senhor volte para este castelo! Eu mesma irei falar com este homem desalmado que quer nos separar. Fique aqui e espere, mandarei notícias logo!

Bela vai ao castelo:

Logo que chega é recebida pelo mordomo que a coloca em uma sala muito bonita diferente e diz:

- Não mexa em nada, por favor, o Patrão não gosta!

Meio assustada, Bela pergunta pelo dono, diz que quer falar com ele:

– Onde estar o seu patrão, chame-o, preciso falar com ele.

Antes que o mordomo chame o monstro aparece.

Fala do monstro

-Quem deseja me incomodar a esta hora?

Bela responde:

- Sou eu meu senhor!

- Bela, a filha do mascate.

O monstro diz:

- Onde esta ele?

Bela responde.

- Por favor, senhor, perdoe o meu pai,ele não sabia que as rosas tinham dono, só queria me agradar!

O monstro diz:

- Não posso perdoá-lo, ele invadiu minha propriedade e roubo a minha flor preferida, tem que ser castigado!

Bela diz:

- Senhor meu pai esta velho demais para ser seu escravo, eu fico em seu lugar. Tenho saúde, sou jovem, posso servi-lo melhor!

Monstro aceita, mas impõe uma condição. Ela jamais poderia entrar no seu quarto, ali estava guardado o segredo do monstro. Bela passa a viver no palácio, longe dos amigos e da sua família.

O monstro se apaixonou por ela e a tratava com muito cuidado e carinho. Quando a via triste, dava-lhe flores,

E a levava a passear no seu jardim, mas não dizia uma só palavra. Mesmo assim, Bela começou a admirar a

Sua gentileza e dedicação e sentia falta quando ele viajava.

Passaram-se dez anos.

Um dia estando sozinha em casa, a Bela resolveu entrar no quarto proibido e descobriu que aquele monstro carregava em segredo uma maldição. E que estava próximo o dia em que ele se transformaria em monstro para sempre. Ficou com medo e chamou o criado:

- Mordomo, mordomo, por favor! Ajude-me a fugir daqui!

Diz o mordomo:

Não minha senhora não pode fazer isso, seria condenar para sempre o meu senhor que é tão bom mais tão infeliz! Só a senhora poderá salvá-lo desta terrível maldição!

Bela diz:

- Não posso fazer isso, tenho que fugir! Não posso mais continuar aqui. Preciso ver minha família meus amigos.

Aproveita a distração do mordomo e foge.

Á noite quando o monstro chega ao palácio e não a encontra se desespera e grita:

Fala do monstro:

- Traidora! Bela me traiu!

-Vou buscá-la, sinto falta de vida no meu castelo.

Sai apressado chamando por Bela.

- Bela, Bela, onde está você?

- Não me abandone, por favor!

Um caçador que passava pelo local, avistou o monstro e com medo atirou. O monstro cai muito ferido, depois se arrasta até o castelo, onde o mordomo o socorre. Ele não tem mais vontade de viver sem a presença de Bela.

O caçador chega á cidade e conta o ocorrido:

- Eu matei o monstro do palácio! Eu matei o monstro do palácio! Todos davam vivas!!!

Bela ouviu, ficou triste e disse:

- Não é possível! Não pode ser verdade! Ele não era mal, nunca me maltratou, sempre cuidou bem de mim! Chorando resolveu voltar ao palácio.

- Papai preciso vê-lo!

Fala do pai:

- Não minha filha, você não pode voltar lá! Agora estamos livres desse monstro

- Bela diz:

- Eu vou meu pai, sinto que preciso ir, ele precisa de mim. Adeus papai, tenho que ir logo.

Ao chegar ao palácio, Bela encontra o monstro deitado, tudo em desordem á sua volta e com uma tristeza maior do que a ferida do corpo em seus olhos. Então tenta reanimá-lo.

- Senhor, senhor, estou aqui! Não morra, por favor! Eu vou cuidar do senhor!

O monstro abre os olhos, vê Bela, tenta levantar-se. Não consegue, cai, parece morto.

Bela chora desesperada, acaricia o rosto do monstro, limpa o suor e chorando beija a sua face e diz:

- Por favor, senhor, acorde! Prometo nunca mais deixá-lo sozinho!

Assim que ela pronúncia estas palavras, uma nuvem cobre o corpo do monstro e ele dá um grito e se transforma no rapaz bonito e saudável que era, quando começou a maldição.

Assustada, Bela se esconde, mas ele a chama:

Fala do monstro:

- Bela, Bela, minha amada!

- Sou eu, você me libertou da maldição, com sua ternura e com o seu carinho!

- Case-se comigo! Porque eu te amo e não sei viver sem você!

Bela corre para perto dele e diz:

- Sim meu senhor! Eu também te amo e vou amá-lo para sempre!

E assim, os dois foram felizes para sempre.


Sala de Leitura

Professora: Maria Miranda

JOGRAL “ AS TRÊS PALAVRAS “

JOGRAL “ AS TRÊS PALAVRAS “

QUEM NÃO PRECISA!

1º Aluno finge lavar um carro na porta de casa. Vê um homem mal vestido se aproximar e pensa:

– Droga, lá vem um mendigo.

– Aposto que vai pedir alguma coisa.

– Hoje não dou nada. Estou muito ocupado cuidando do meu carro. Não quero ser incomodado.

– Vou fingir que não o vejo.

2º Aluno fingindo o mendigo passa direto e vai sentar-se à distância no meio fio.

Após certo silêncio diz:

– É um carro muito bonito!

1º Aluno responde:

– É, obrigado!

2º Aluno permanece em silêncio observando.

1º Aluno incomodado pergunta:

– Precisa de alguma de ajuda?

2º Aluno responde:

– Quem não precisa!

1º Aluno fica pensativo ao ouvir a resposta:

– Verdade, quem não precisa. Eu preciso. Não de dinheiro, nem de lugar para dormir, ou de alimento. Mas de ser misericordioso e solidário para com o meu próximo e não julgá-lo de acordo com o meu humor ou sua aparência.

Chama-o e diz:

– Tem razão, quem não precisa de ajuda, quero ajudá-lo.

Dá ao 2º menino dinheiro suficiente,

Para a comida, passagem e abrigo.

Afinal, quem não precisa da ajuda!

MORAL DA HISTÓRIA: Aquelas três palavras ainda soam verdadeiras. Não importa o quanto você tem, não importa o que você realizou, você também precisa de ajuda. Afinal, “quem não precisa?”

DRAMATIZAÇÃO A PRIMAVERA

DRAMATIZAÇÃO

A PRIMAVERA

PERSONAGENS

Vários alunos:
Desenvolvimento:

1ª) - A Primavera chegou! Primavera chegou!

2ª) - Prima Vera, que prima Vera é essa?
- Não temos nenhuma prima com esse nome!

3ª) - Ora,deve ser alguma prima gorda e chata, que vem para nossa casa ocupar nosso espaço!


4ª) - Essa não! Não vou dá minha cama para ela, nem meu lugar na mesa.


5ª) - Eu também, não vou emprestar minhas bonecas para ela brincar.


6ª) - Imaginem, prima Vera! Que prima Vera que nada!


Retorna a 1ª fala.

- Deixem de ser bobos! Estou falando da Primavera, a estação mais bela do ano, cheia de flores, borboletas, beija-flores, pássaros que fazem seus ninhos. Cores que enchem os nossos olhos de beleza,e nossos corações de alegria!


2ª) Fala:

- Ainda bem!
- Por que você não explicou isso antes?

Todos juntos dizem: Viva a Primavera!

DRAMATIZAÇÃO: A LINDA ROSA JUVENIL

DRAMATIZAÇÃO: A LINDA ROSA JUVENIL

CENÁRIO

Montar um jardim com os alunos;
Escolher uma menina para representar a Rosa;
Uma menina para representar a bruxa;
Uma menina para representar a fada;
05 meninos para representar o tempo;
05 meninos para representar o mato;
Um menino para representar o rei.

DESENVOLVIMENTO


As crianças fazem rodas com se fossem canteiros de flores borboletas e pássaros do jardim.

1ª Personagem – Entra a Rosa, cantando alegre, mexendo nas flores, brincando com as borboletas e diz:

– Como sou feliz! Como a vida é bela no meu jardim! Flores, pássaros, borboletas! ( dança ao som do fundo musical).


2ªPersonagem – Der repente, de dentro do mato surge uma bruxa que diz:

– Há, há, há, há, há! Odeio gente feliz! Vou já acabar com esta felicidade. ( se aproxima da Rosa e diz):
– Durma princesa, durma para sempre! Nunca mais veras flores, borboletas ou beleza alguma! (sai dando gargalhadas).


3ª Personagem. – A Fada Madrinha entra e ao vê a Rosa dormindo diz:

– Não posso deixá-la dormir para sempre, minha afilhada! Vou adormecer todo o seu reino, até que um rapaz valente, corajoso vença as dificuldades para chegar até o castelo e se apaixone por você. Assim, faz todos no castelo adormecer com a Rosa. (sai).


4ª Personagem – Entra o Rei, fingindo desbravar, lutar com algo, depois guarda a espada vê a princesa dormindo e diz:

– Que linda menina! Nunca vi tão grande beleza em todo o meu reino! Preciso acordá-la, acorde menina! Balança a Rosa e diz: acorde e case-se comigo, senão morrerei de amor! Beija o rosto da jovem e ela desperta do seu longo sono e se apaixona pelo belo rei.

No jardim tudo volta à vida e cantam e dançam, contando a história ao Rei e dando vivas ao Rei.

MÚSICA: A LINDA ROSA JUVENIL

A linda rosa juvenil, juvenil, juvenil.
A linda rosa juvenil, juvenil.
Vivia alegre em seu lar,
Em seu lar em seu lar.

E veio um dia a bruxa má, muito má, má,
E veio um dia a bruxa má muito má.
E adormeceu a rosa assim, bem assim, bem assim,
E adormeceu a rosa assim, bem assim.

Mas logo veio um belo rei, belo rei, belo rei,
Mas logo veio um belo rei, belo rei.
E despertou a rosa assim, bem assim, bem assim,
E despertou a rosa assim, bem assim.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Dramatização o Cravo e a Rosa

Dramatização:

“O CRAVO E A ROSA”

(Autora: Maria Miranda).

Personagens:

Toda a turma dividida em dois grupos.

Os meninos vestidos de cravo, com destaque para um deles no meio do círculo.

As meninas vestidas de rosas, com destaque para uma delas no meio do círculo.

Desenvolvimento:

A Rosa sai do círculo e diz:

— Preciso encontrar um príncipe, que seja elegante, bonito, educado e gentil, para ser meu namorado.

— É Primavera! Tempo do amor e de amar, tempo da vida! (sai e entra no seu círculo).

O Cravo sai do seu círculo e diz:

— Como a Rosa é bela! Estou tão apaixonado por ela. Por que será que ela nem me nota?

— Vou aproveitar que é Primavera o tempo do amor e vou falar com ela.

— Senhorita Rosa, a mais bela flor da Primavera! Me aceita para ser seu namorado seu príncipe encantado? ( ele entra no círculo da rosa).

A rosa cheia de orgulho responde:

— Senhor Cravo, o senhor não se enxerga? Nem que o senhor fosse a última flor da Primavera! Uma florzinha tão mixuruca querendo ser meu príncipe! Ora, não me amole!

O Cravo desesperado tenta abraçar a rosa. Na confusão arranca algumas pétalas da rosa e se machuca nos espinhos. Desiste e sai mancando. Volta para o seu círculo. Fica muito triste.

Os outros cravos tentam reanimá-lo dizendo:

— Amigo Cravo, não fique triste por causa desta Rosa vaidosa e ingrata! Olha quantas outras flores existem neste jardim! O Cravo não reage. Então eles resolvem ir falar com a Rosa.

Fala de um dos cravos:

— Dona Rosa, dona rosa, ajude-nos! O nosso príncipe o Cravo está muito doente. Esta morrendo de tristeza e de amor ajude-nos!

A Rosa arrependida vai até o círculo dos cravos e diz:

— Cravo, Cravo, o que você tem? É por minha causa que esta doente? Por favor, me perdoe!

Ao ouvir a voz da Rosa, o Cravo abre os olhos e diz:

— É você minha amada Rosa! Você veio me visitar, finge desmaiar.

A Rosa diz:

— Sim meu querido príncipe Cravo, fique bom logo, eu também te amo.

— Vamos aproveitar que é Primavera e encher a natureza de amor e de perfumes, colorindo de novas flores o nosso jardim.

Assim, os cravos e as rosas se unem e cantam a música:

O Cravo e a Rosa

O cravo brigou com a rosa

Debaixo de uma sacada

O cravo saiu ferido e a rosa despedaçada

O cravo ficou doente a rosa foi visitar

O cravo teve um desmaio

E a rosa, pois a chorar.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Teatro Uma Criança, uma Família, uma História

Teatro

Uma Criança, uma Família, uma História.

Introdução

– Era Uma vez um filho (Entra uma Criança)

– Uma família (Duas crianças representando o Pai e a Mãe)

– Uma Escola (Representantes da Direção e Coordenação)

Entram os personagens e se apresentam

A Mãe (Entra Arrumando o filho pra ir para a escola)

– Anda João! Está atrasado, o ônibus já vai passar. Se você perder o ônibus você apanha!

O Aluno sai e volta como se tivesse ido à escola

O Pai pergunta:

– João, o que você fez na escola hoje?

– Teve muito dever?

João Responde:

– A Pai, a aula foi chata, a professora deu um monte de dever, to com meu dedo doendo.

Mãe:

– A muito bem, assim que eu gosto de ver! Deixa de ser preguiçoso!

João diz:

– Mas mãe, o meu colega me deu um chute, falou mal da senhora e a professora não fez nada!

Mãe reclama:

– Assim não estar certo! É assim que se ensina na escola? Criança sem educação, professor que não faz nada?

– Eu vou lá! Vou reclamar com a diretora, isto não esta certo!

Volta o Narrador :

– É meus amigos, a vida na escola continua, o João continuava indo e vindo da escola para casa e da casa para escola.

– O João aprendia a ler e a escrever, mas não aprendia a respeitar para ser respeitado.

– Por sua vez, a escola fazia sua parte, mas o João era muito rebelde, brigão e dava muito trabalho.

– A professora o levava para a direção, a diretora conversava com ele, para saber como era sua vida na família, para justificar a rebeldia de João.

Entra a professora levando o João para a diretoria.

João sempre dizia:

– Minha mãe e meu pai vivem brigando, não ligam pra mim.

– Dizem que eu só atrapalho a vida deles, que deviam me internar pra eu aprender.

Volta o Narrador :

– A diretora preocupada, conversa com João, faz um bilhete chamando o responsável e entrega ao João.

– João chega em casa e entrega o bilhete à mãe.

A Mãe diz:

– Ora, essa diretora pensa que eu tenho o que fazer, vivo batendo pernas por ai, eu não vou lá não, elas que se virem já que não sabem educar!

Volta o Narrador:

– Professores e a diretora esperam em vão a mãe de João que não vem, e falam:

A Professora:

– Viu! Como podemos corrigir Joãozinho se a família não ajuda?

– Trata mal o filho, não vem conversar com a gente, os pais também tem que ter responsabilidade!

Volta o Narrador:

– Assim a família e a escola se distanciavam uma da outra.

– O João coitado, ficava dividido e se perguntava:

João se Perguntava:

– Quem tinha razão?

– A Família?

– A escola?

– A final, não sou eu o princípio e o fim da família e da escola?

– Isto não esta certo, elas tem que se entenderem, parar de jogar a culpa uma em cima da outra.

– E eu, o que faço enquanto isso?

Volta o Narrador :

– João, o único machucado e deformado na guerra família vs escola, sugere:

João pergunta:

– Por quê vocês não se unem, não trabalham juntas, não somam esforços, não compartilham realizações, por quê não me curam em vez de me machucarem, por que não me formam em de me deformarem.

Volta o Narrador :

– A Família e a escola ouviram a voz de João e diante de tantos por quês, se humilharam, reconheceram seus erros e passaram a trabalharem juntas, curaram em vez de machucar e formaram e vez de deformar.

Todos Juntos voltam e falam:

Era uma vez um Filho, uma Família e uma Escola.

Dramatização Para o Dia das Mães - a Doação

DRAMATIZAÇÃO PARA O DIA DAS MÃES

TEMA: A DOÇÃO

SUBTEMA: ADOTIVO FILHO É.

CENÁRIO:

· UM RIO;

· ÁRVORES;

· MÃE COM UM CESTO NA MÃO;

· UMA MENINA ( IRMÃ);

· UMA PRINCESA;

· VÁRIAS MULHERES (AIAS).

CENA I

Uma mulher surge entre as árvores, chorando e carregando um pequeno cesto nas mãos.

Olha muito triste para o rio. Fica parada como se esperasse um milagre.

Surge no caminho uma pequena caravana. Alegre, barulhenta, é a princesa que chega para o seu tradicional banho de rio.

A mulher se esconde e espera aproximação do grupo à beira do rio.

A princesa se prepara para entrar no rio.

A mulher aproveita, e silenciosamente coloca o cesto dentro do rio bem próximo ao grupo e sai sem ser vista.

A filha fica de longe observando a cena e cuidando para que nada aconteça de mal ao seu irmão. E para saber o que ia acontecer.

CENA II

Uma das aias vê o cesto dentro do rio e grita:

­– Olha! olha lá no rio!

– O que será aquilo? O que tem dentro daquele cesto?

Todas olham em direção ao cesto e falam:

– Parece que alguma coisa se mexe lá dentro!

Chamam a princesa.

– Princesa, princesa, olhe aquilo no rio!

A princesa ordena.

– Vamos meninas! O que estão esperando. Corram, depressa, peguem aquele cesto!

Uma das aias entra na água, retira de lá o cesto e exclama!

– Vejam é uma criança! Está viva e dorme.

Todas correm para ver.

A princesa se aproxima e diz:

– Que linda criança! Onde está mãe?

– Olham para os lados, não vêem nada, falam:

– Não há ninguém por aqui! Coitadinho do bebê! É um menino.

A princesa se assusta e diz:

– Um menino! Meu pai não pode saber disso, senão vai matá-lo! Escondam, levem-no para os meus. Aposentos, vou cuidar dele sem que ninguém saiba.

– Vou chamá-lo Moisés, o que veio das águas.

– Procurem uma ama de leite para amamentá-lo.

CENA III

A garota que havia ficado na beira do rio para ver o que acontecia ao irmão, sai correndo e avisa a mãe.

– Mãe corre, vai até o palácio, se apresente como ama de leite, estão precisando de uma para alimentar o meu irmãozinho!

CENA FINAL:

A mulher vai e é aceita.

Assim, salva e cria seu filho em segurança, juntamente com a princesa, a mãe adotiva de Moisés.

REFLEXÃO

QUERIDAS MÃES,

Entenderam o nosso recado? Isto é ser Mãe.

Uma Mulher, que para salvar seu filho, renuncia por amor.

Outra mulher, que por humanidade, responsabilidade compaixão e sobretudo por amor, salva, adota, cria. Ama como se mãe fosse.

Mãe é isso. É não colocar filhos no mundo irresponsavelmente.

Ser Mãe é amar, respeitar, educar, orientar. É assumir compromisso. É demonstrar com atitudes, ação, esperança e perseverança, amor ao filho que colocou no mundo ou assumiu perante a sociedade.

Para isto, não importa ser mãe de ventre ou de coração.

O que importa é simplesmente é ser mãe.

Com a historinha vimos:

Uma mulher que num gesto de amor e renúncia, salva seu filho.

Outra mulher que por amor recolhe e acolhe, contribuindo com isso, para a realização da grande obra do Criador. A libertação do povo de Israel

PARABÉNS MAMÂES!!!